DUDA BEAT

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Sintetizadores cremosos, graves pulsantes, beats apaixonados e muita, mas muita sofrência mesmo: tudo isso está presente no disco de estreia da cantora e compositora Duda Beat,
“Sinto Muito”. Natural do Recife e radicada no Rio de Janeiro, nunca perdeu o gingado e o
sotaque nordestino, mas somou a eles seu timbre forte e paixão pelos ritmos eletrônicos.

Como um diário recheado de desabafos ácidos, as letras de Duda Beat dão voz a uma jovem
mulher romântica que não consegue se adaptar à fluidez dos relacionamentos
contemporâneos. Engana-se quem pensa que o álbum faz apologia da amargura – o lamento
transformado em arte é o caminho pra a superação e o empoderamento.

Além do amor, o humor que ela tem para dar transborda em todas as faixas. Ela chora de
solidão (Back to Bad), ri de si mesma (Bédi Beat), experimenta o
sexo descompromissado (Bixinho), faz gozação da noite cool do Rio (Ninguém Dança) e
assume que nenhum amor é grande o bastante pra ela (Todo Carinho).

A mistura de gêneros musicais como o Tecnobrega, o Pop, o Axé e o Dub resultam em um
álbum com personalidade, que vem para dar o tiro de misericórdia e fechar a porta na cara de
quem fez por merecer. Como diz a cantora sobre seus amores pregressos: “se queriam doces
declarações de amor, deveriam ter se comportado melhor”.

A estreia musical de Duda Beat começou a ser desenhada dois anos atrás, quando ela
levou suas letras e melodias para a casa do amigo de infância e produtor musical
Tomás Tróia. Ele não teve dúvidas de que tinha em mãos um álbum completo e começou a
produzir as faixas com ela. O que era tristeza virou festa e arte, o que era dor de cotovelo virou
um romance entre Duda e Tomás. A página estava virada.

“A minha música foi uma forma de me curar e de extravasar, mas ao final do processo
descobri que ela poderia falar com todas as pessoas que sofrem por amor, que amam e são
rejeitadas e que não se encaixam no mundo moderno dos relacionamentos fugazes”, reflete
Duda. “Confesso que tornar pública a minha vida, dessa forma, dá um frio da barriga, mas
quero que outras pessoas se sintam inspiradas por isso de alguma forma”, conta ela.

Usando a tristeza como força-motriz para a alegria, “Sinto Muito”contou com a produção de
Tróia e uma equipe de grandes nomes da música carioca na parte técnica. O álbum teve
produção adicional de Lux Ferreira e Patrick Laplan. A mixagem ficou a cargo de Diogo
Strausz e Pedro Garcia, esse último que também assina a masterização.“Sinto Muito” está
desde 27 de abril em todas as plataformas digitais, somando mais de 4 milhões de plays. A
música Bixinho, hit do álbum, já bateu 1 milhão de streams no Spotify ficou por algumas
semanas no top 5 da lista 50 virais do Brasil no Spotify.

A cantora já se apresentou em várias casas do Rio de Janeiro, no Festival Transborda (BH), no
Meca Brennand (PE), Festival Mada (RN), lotou a Casa Natura Musical (SP) e abriu para o
“Bloco Tarado ni Você”, com Caetano Veloso, na Virada Cultural de SP, cantando para um
público de mais de 15 mil pessoas. Nos próximos meses, Duda estará nos festivais Coquetel
Molotov (PE), Feira Noise (BA), Festival Satélite (DF), Psica Festival (PA) entre outros.
Duda é indicada como artista revelação ao prêmio Women´s Music Award (Vevo), que
acontecerá dia 4 de dezembro em São Paulo.