Jimmy Eat World

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Antes de Jimmy Eat World entrar no estúdio para gravar seu nono álbum, “Integrity Blues” [RCA], os integrantes da banda fizeram algo que eles nunca haviam feito em duas décadas. “Uma pequena pausa”, sorri o vocalista e guitarrista Jim Adkins.

Depois do sucesso da turnê de 10 anos de aniversário revisitando “Futures”, os músicos tomaram caminhos diferentes no final de 2014. Adkins lançou uma série de singles e embarcou em sua primeira turnê solo pelo mundo. Lind lançou um EP e fez turnê com a sua esposa com a banda The Wretched Desert. Linton treinou boxe e abriu um bar chamado CaskWerks Distillery no Arizona.

Quando a banda se reuniu em novembro de 2015, junto com o produtor Justin Meldal-Johnsen [Paramore, M83], eles começaram a peneirar ideias.

“Eu fiquei realizado”, admite Adkins. “Na pausa, a escrita foi um pouco mais complicada. Eu queria mudar as coisas. Assim, em vez de escrever sobre um problema, eu queria escrever sobre uma solução. Se você olhar para a sua vida e para o que está acontecendo de errado, não vai ser muito difícil de encontrar as coisas. Se você começar a olhar para o que você tem e não para o que você está perdendo, vê as coisas com uma perspectiva muito diferente, que é muito mais positiva. Como um álbum, “Integrity Blues” é sobre a tentativa de superar essa luta pessoal em vez de ficar chateado com o que a vida pode ser, mas não é”.

Eles gravaram em Los Angeles com Medal-Johnsen. Com uma produção quente e um groove poderoso, o primeiro single do álbum, “Sure and Certain”, combina uma guitarra bem sonora com um canto inabalável.

“É sobre a ideia de ter olhos para o que você quer fazer e alcançar”, explica o vocalista. “Uma vez que você está tão focado no que acha que quer, você está perdendo tudo o que acontece ao seu redor. Essa pode ser uma maneira muito limitante de levar a vida”.

A bela música “Integrity Blues”, que dá nome ao álbum, é temperada com toques orquestrais, tons cinematográficos e uma performance vocal impressionante. “Foi uma canção que eu escrevi durante a turnê solo”, relembra.

Em outra parte do álbum, “Get Right” se encaixa com um refrão energético, enquanto “Through” surge como um dos maiores momentos de juventude da banda até agora.

“You Are Free” ostenta um dos refrões mais melodiosos e sentidos do grupo, servindo como outra marca característica deles. “It Matters” ilumina a paleta sonora diversificada da banda e cobre o que Adkins descreve como “um tema central sobre a ideia de que uma sensação de conforto vem de dentro e não apenas da validação externa”.

“Pass The Baby” se constrói a partir de uma delicada batida de coração até um clique que se transforma em uma explosão deliberada e distorcida. “Pol Roger”, de quase sete minutos, esculpe um clímax fascinante envolto em um arrebatamento de guitarras e vocais, que, de acordo com Adkins, “É o caminho certo para resumir tudo”.

Examinando toda a trajetória até agora, Adkins mantém a mesma paixão de sempre, e que continua alimentando Jimmy Eat World. “Eu queria fazer música desde a segunda série, e aqui estou eu. É algo que nos deixa imensamente gratos. Queremos estar em um estado constante de progresso. Você tem que avançar de uma forma que seja desafiadora. No final do dia, você tem que estar orgulhoso do seu próprio trabalho”, completa.